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		<title>Blog da Sa&#250;de</title>
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				<item>
			<title>CARREIRA DE RISCO PARA OS AUDITORES FISCAIS???</title>
			<link>http://www.cezarmariano.com.br/blog/blog1.php/2010/12/21/carreira-de-risco-para-os-auditores-fiscais</link>
			<pubDate>Tue, 21 Dec 2010 23:48:09 +0000</pubDate>			<dc:creator>Cezar Mariano</dc:creator>
			<category domain="main">Geral</category>			<guid isPermaLink="false">158@http://www.cezarmariano.com.br/blog/</guid>
						<description>Remunera&amp;#231;&amp;#227;o de Auditor &amp;#233; o maior sal&amp;#225;rio do Poder Executivo...O Auditor Tribut&amp;#225;rio, por exemplo tem uma remunera&amp;#231;&amp;#227;o mensal de quase R$17.000,00 (dezessete mil reais)...INICIAL.

Apesar de que suas atividades nada t&amp;#234;m a ver com a Carreira Jur&amp;#237;dica, mas, pasmem!!Est&amp;#227;o quase conseguindo se juntar aos Delegados de Pol&amp;#237;cia e Defensores P&amp;#250;blicos na PEC 549, onde, acaso aprovada, seus sal&amp;#225;rios ser&amp;#227;o vinculados &amp;#224; 90% dos sal&amp;#225;rios dos Magistrados.

Para maior surpresa, vejam o que foi publicado nesta ter&amp;#231;a-feira, 21 de dezembro de 2010.

FONTE: JORNAL DE BRAS&amp;#205;LIA.

&quot;Por decis&amp;#227;o do Ministro Marco Aur&amp;#233;lio Mello, o Supremo Tribunal Federal julgou procedente o pedido do Mandado de Injun&amp;#231;&amp;#227;o 614, proposto pelo Sindifisco no ano passado, para reconhecer o exerc&amp;#237;cio do crgo de Auditor-Fiscal como Atividade de Risco.

Em raz&amp;#227;o de suas atividades, os auditores-fiscais da Receita Federal costumam contrariar poderosos interesses econ&amp;#244;micos e atuam no combate a diversos Crimes Tribut&amp;#225;rios.

Por conta disso, encontram-se em permantente e potencial risco. Com esse fundamento o Ministro Marcos Aur&amp;#233;lio julgou procedente o pedido formulada para, de forma mandamental, assentar o direito dos substitu&amp;#237;dos &amp;#224; contagem diferenciada do tempo de Servi&amp;#231;o em decorr&amp;#234;ncia de Atividades exercidas em trabalho especial, aplicando-se o regime da Lei 8.213/91, para fins da aposentadoria de que cogita o par&amp;#225;grafo 4&amp;#186; do Art. 40 da CF.&quot;

COMENT&amp;#193;RIOS:

Levando-se em considera&amp;#231;&amp;#227;o esses argumentos de que os Auditores costumam contrariar interesses econ&amp;#244;micos e desta forma CORREM RISCO DE MORTE, ent&amp;#227;o TODOS os Servidores P&amp;#250;blicos do Brasil que lidam diretamente com a popula&amp;#231;&amp;#227;o ou que transcrevem dados de outrem, tamb&amp;#233;m correm risco de morte!!!  

Acaso os Auditores exer&amp;#231;am Atividades de Risco, ent&amp;#227;o o que a Polic&amp;#237;a exerce??

Atividade &quot;Super de Risco&quot;??

Mas, talvez o Sr. Ministro Marco Aur&amp;#233;lio tenha raz&amp;#227;o...Ficar sentado em uma mesinha fazendo c&amp;#225;lculos talvez seja mesmo atividade de risco, pois, acaso o Ar Condicionado da sala dos Auditores estiver desregulado, pode fazer com que esses senhores fiquem resfriado...Eles tamb&amp;#233;m correm risco de morte por problemas neurol&amp;#243;gicos, pois realizam muitos c&amp;#225;lculos...E os c&amp;#225;lculos que mais trazem riscos &amp;#224; sa&amp;#250;de dos Auditores s&amp;#227;o aquelas contas di&amp;#225;rias pra saber quanto tempo falta pra chegar o dia do pagamento....Afinal de contas, trinta dias &amp;#233; muito tempo trabalhado para se ter um &quot;salariozinho&quot; de dezessete mil reais mensais, INICIAL.</description>
			<content:encoded><![CDATA[Remunera&#231;&#227;o de Auditor &#233; o maior sal&#225;rio do Poder Executivo...O Auditor Tribut&#225;rio, por exemplo tem uma remunera&#231;&#227;o mensal de quase R$17.000,00 (dezessete mil reais)...INICIAL.

Apesar de que suas atividades nada t&#234;m a ver com a Carreira Jur&#237;dica, mas, pasmem!!Est&#227;o quase conseguindo se juntar aos Delegados de Pol&#237;cia e Defensores P&#250;blicos na PEC 549, onde, acaso aprovada, seus sal&#225;rios ser&#227;o vinculados &#224; 90% dos sal&#225;rios dos Magistrados.

Para maior surpresa, vejam o que foi publicado nesta ter&#231;a-feira, 21 de dezembro de 2010.

FONTE: JORNAL DE BRAS&#205;LIA.

"Por decis&#227;o do Ministro Marco Aur&#233;lio Mello, o Supremo Tribunal Federal julgou procedente o pedido do Mandado de Injun&#231;&#227;o 614, proposto pelo Sindifisco no ano passado, para reconhecer o exerc&#237;cio do crgo de Auditor-Fiscal como Atividade de Risco.

Em raz&#227;o de suas atividades, os auditores-fiscais da Receita Federal costumam contrariar poderosos interesses econ&#244;micos e atuam no combate a diversos Crimes Tribut&#225;rios.

Por conta disso, encontram-se em permantente e potencial risco. Com esse fundamento o Ministro Marcos Aur&#233;lio julgou procedente o pedido formulada para, de forma mandamental, assentar o direito dos substitu&#237;dos &#224; contagem diferenciada do tempo de Servi&#231;o em decorr&#234;ncia de Atividades exercidas em trabalho especial, aplicando-se o regime da Lei 8.213/91, para fins da aposentadoria de que cogita o par&#225;grafo 4&#186; do Art. 40 da CF."

COMENT&#193;RIOS:

Levando-se em considera&#231;&#227;o esses argumentos de que os Auditores costumam contrariar interesses econ&#244;micos e desta forma CORREM RISCO DE MORTE, ent&#227;o TODOS os Servidores P&#250;blicos do Brasil que lidam diretamente com a popula&#231;&#227;o ou que transcrevem dados de outrem, tamb&#233;m correm risco de morte!!!  

Acaso os Auditores exer&#231;am Atividades de Risco, ent&#227;o o que a Polic&#237;a exerce??

Atividade "Super de Risco"??

Mas, talvez o Sr. Ministro Marco Aur&#233;lio tenha raz&#227;o...Ficar sentado em uma mesinha fazendo c&#225;lculos talvez seja mesmo atividade de risco, pois, acaso o Ar Condicionado da sala dos Auditores estiver desregulado, pode fazer com que esses senhores fiquem resfriado...Eles tamb&#233;m correm risco de morte por problemas neurol&#243;gicos, pois realizam muitos c&#225;lculos...E os c&#225;lculos que mais trazem riscos &#224; sa&#250;de dos Auditores s&#227;o aquelas contas di&#225;rias pra saber quanto tempo falta pra chegar o dia do pagamento....Afinal de contas, trinta dias &#233; muito tempo trabalhado para se ter um "salariozinho" de dezessete mil reais mensais, INICIAL.]]></content:encoded>
								<comments>http://www.cezarmariano.com.br/blog/blog1.php/2010/12/21/carreira-de-risco-para-os-auditores-fiscais#comments</comments>
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		</item>
				<item>
			<title>PORQUE OS SERVIDORES DA SES N&#195;O T&#202;M PLANO DE SA&#218;DE?</title>
			<link>http://www.cezarmariano.com.br/blog/blog1.php/2010/06/10/porque-nao-temos-plano-de-saude</link>
			<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 11:36:25 +0000</pubDate>			<dc:creator>Cezar Mariano</dc:creator>
			<category domain="main">Geral</category>			<guid isPermaLink="false">76@http://www.cezarmariano.com.br/blog/</guid>
						<description>&lt;p&gt;&amp;#201; uma pergunta interessante...A Sa&amp;#250;de n&amp;#227;o tem Plano de Sa&amp;#250;de!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Servidores dos Hospitais e Centros de Sa&amp;#250;de cuidam do bem estar da popula&amp;#231;&amp;#227;o, mas a rec&amp;#237;proca por parte do Governo n&amp;#227;o &amp;#233; a mesma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O s Poderes Legislativo e Judici&amp;#225;rio t&amp;#234;m &amp;#243;timos Planos de Sa&amp;#250;de para seus Servidores...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;At&amp;#233; mesmo funcion&amp;#225;rios de empresas como o SESC, SENAI, etc, possuem esses benef&amp;#237;cio, onde chega-se a descontar apenas R$40,00 mensais para um Plano que cobre o titular e todos seus dependentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diferente &amp;#233; o que ocorre com o discriminado servidor da SES, o qual n&amp;#227;o pode ficar doente porque ter&amp;#225; que concorrer a grandes filas dos Hospitais P&amp;#250;blicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acho que j&amp;#225; passou da&amp;#160;hora de darmos um &quot;basta&quot; nessa situa&amp;#231;&amp;#227;o...Alguns animais irrracionais t&amp;#234;m melhor tratamento em Cl&amp;#237;nicas Veterin&amp;#225;rias, enquanto voc&amp;#234; &amp;#233; tratado com descaso...&amp;#192;s vezes, tendo que implorar para um colega ou m&amp;#233;dico da Rede P&amp;#250;blica para conseguir ser atendido um pouquinho mais r&amp;#225;pido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pessoal, vamos abra&amp;#231;ar firme esse intuito e n&amp;#227;o vamos deixar de reivindicar um Plano de Sa&amp;#250;de que somente fica na promessa daqueles que det&amp;#234;m o Poder...Vamos cobrar do Governo, do Sindicato...Acho incr&amp;#237;vel o fato de a SES ser uma das Entidades P&amp;#250;blicas com o maior n&amp;#250;mero de Servidores, mas infelizmente muitos s&amp;#227;o acomodados e n&amp;#227;o buscam seus direitos.&lt;/p&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#201; uma pergunta interessante...A Sa&#250;de n&#227;o tem Plano de Sa&#250;de!</p>
<p>Servidores dos Hospitais e Centros de Sa&#250;de cuidam do bem estar da popula&#231;&#227;o, mas a rec&#237;proca por parte do Governo n&#227;o &#233; a mesma.</p>
<p>O s Poderes Legislativo e Judici&#225;rio t&#234;m &#243;timos Planos de Sa&#250;de para seus Servidores...</p>
<p>At&#233; mesmo funcion&#225;rios de empresas como o SESC, SENAI, etc, possuem esses benef&#237;cio, onde chega-se a descontar apenas R$40,00 mensais para um Plano que cobre o titular e todos seus dependentes.</p>
<p>Diferente &#233; o que ocorre com o discriminado servidor da SES, o qual n&#227;o pode ficar doente porque ter&#225; que concorrer a grandes filas dos Hospitais P&#250;blicos.</p>
<p>Acho que j&#225; passou da&#160;hora de darmos um "basta" nessa situa&#231;&#227;o...Alguns animais irrracionais t&#234;m melhor tratamento em Cl&#237;nicas Veterin&#225;rias, enquanto voc&#234; &#233; tratado com descaso...&#192;s vezes, tendo que implorar para um colega ou m&#233;dico da Rede P&#250;blica para conseguir ser atendido um pouquinho mais r&#225;pido.</p>
<p>Pessoal, vamos abra&#231;ar firme esse intuito e n&#227;o vamos deixar de reivindicar um Plano de Sa&#250;de que somente fica na promessa daqueles que det&#234;m o Poder...Vamos cobrar do Governo, do Sindicato...Acho incr&#237;vel o fato de a SES ser uma das Entidades P&#250;blicas com o maior n&#250;mero de Servidores, mas infelizmente muitos s&#227;o acomodados e n&#227;o buscam seus direitos.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
				<item>
			<title>DECRETO ESTABELECE  ADICIONAL POR PLANT&#195;O HOSPITALAR.</title>
			<link>http://www.cezarmariano.com.br/blog/blog1.php/2010/06/06/decreto-estabelece-adicional-por-plantao-hospitalar</link>
			<pubDate>Sun, 06 Jun 2010 11:59:09 +0000</pubDate>			<dc:creator>Cezar Mariano</dc:creator>
			<category domain="main">Geral</category>			<guid isPermaLink="false">75@http://www.cezarmariano.com.br/blog/</guid>
						<description>&lt;p&gt;O governo acaba de editar decreto N&amp;#186; 7.186/2010 que estabelece o Adicional por Plant&amp;#227;o Hospitalar (APH), para Hospitais Universit&amp;#225;rios, vinculados ao Minist&amp;#233;rio da Educa&amp;#231;&amp;#227;o, para o Hospital das For&amp;#231;as Armadas, vinculado ao Minist&amp;#233;rio da Defesa e para o Hospital Federal de Bonsucesso e outros Hospitais que n&amp;#227;o s&amp;#227;o localizados em Bras&amp;#237;lia, mas acredito que isso abre um bom precedente para reivindicarmos o mesmo tratamento. Vide logo abaixo o texto do Decreto:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Regulamenta os arts. 298 a 307 da Lei n&amp;#186; 11.907, de 2 de fevereiro de 2009,&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;que tratam do Adicional por Plant&amp;#227;o Hospitalar - APH.&lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;O PRESIDENTE DA REP&amp;#218;BLICA&lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;, no uso da atribui&amp;#231;&amp;#227;o que lhe confere o art. 84, inciso
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;IV, da Constitui&amp;#231;&amp;#227;o, e tendo em vista o disposto nos arts. 298 a 307 da Lei n&amp;#186; 11.907, de 2&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;de fevereiro de 2009,&lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;DECRETA:&lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;CAP&amp;#205;TULO I&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;DO ADICIONAL POR PLANT&amp;#195;O HOSPITALAR&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Art. 1&amp;#186; Este Decreto regulamenta os crit&amp;#233;rios de fixa&amp;#231;&amp;#227;o do quantitativo m&amp;#225;ximo de&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;plant&amp;#245;es permitido para cada unidade hospitalar e os crit&amp;#233;rios para implementa&amp;#231;&amp;#227;o do&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Adicional por Plant&amp;#227;o Hospitalar - APH, institu&amp;#237;do pela Lei n&amp;#186; 11.907, de 2 de fevereiro de&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;2009, para os hospitais universit&amp;#225;rios, vinculados ao Minist&amp;#233;rio da Educa&amp;#231;&amp;#227;o, para o&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Hospital das For&amp;#231;as Armadas, vinculado ao Minist&amp;#233;rio da Defesa, e para o Hospital Federal&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;de Bonsucesso, o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, o Instituto Nacional de&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Cardiologia, o Hospital Federal dos Servidores do Estado, o Hospital Federal Cardoso&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Fortes, o Hospital Federal do Andara&amp;#237;, o Hospital Federal de Ipanema, o Hospital Federal&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;da Lagoa e o Instituto Nacional de C&amp;#226;ncer - INCA, vinculados ao Minist&amp;#233;rio da Sa&amp;#250;de.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Art. 2&amp;#186; O APH &amp;#233; devido aos servidores em efetivo exerc&amp;#237;cio de atividades hospitalares,&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;desempenhadas em regime de plant&amp;#227;o, nas &amp;#225;reas indispens&amp;#225;veis ao funcionamento&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;ininterrupto dos hospitais.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Par&amp;#225;grafo &amp;#250;nico. O APH objetiva suprir as necessidades fins do atendimento ao sistema de&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;sa&amp;#250;de e, concomitantemente, no caso dos hospitais de ensino, garantir melhor&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;acompanhamento, pelos docentes e preceptores, das atividades desenvolvidas pelos alunos&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;no est&amp;#225;gio curricular supervisionado obrigat&amp;#243;rio de conclus&amp;#227;o dos cursos da &amp;#225;rea da sa&amp;#250;de,&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;em regime de internato, e dos p&amp;#243;s-graduandos em resid&amp;#234;ncias em sa&amp;#250;de.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Art. 3&amp;#186; Para os efeitos deste Decreto, considera-se:&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;I - plant&amp;#227;o hospitalar, aquele em que o servidor estiver no exerc&amp;#237;cio das atividades&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;hospitalares, al&amp;#233;m da carga hor&amp;#225;ria semanal de trabalho do seu cargo efetivo, durante doze&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;horas ininterruptas ou mais; e&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;II - plant&amp;#227;o de sobreaviso, aquele em que o servidor titular de cargo de n&amp;#237;vel superior&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;estiver, al&amp;#233;m da carga hor&amp;#225;ria semanal de trabalho do seu cargo efetivo, fora da institui&amp;#231;&amp;#227;o&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;hospitalar e dispon&amp;#237;vel ao pronto atendimento das necessidades essenciais de servi&amp;#231;o, de&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;acordo com a escala previamente aprovada pela dire&amp;#231;&amp;#227;o do hospital ou unidade hospitalar.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&amp;#167; 1&amp;#186; Cada plant&amp;#227;o ter&amp;#225; dura&amp;#231;&amp;#227;o m&amp;#237;nima de doze horas ininterruptas.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&amp;#167; 2&amp;#186; O servidor dever&amp;#225; cumprir a jornada di&amp;#225;ria de trabalho a que estiver sujeito em raz&amp;#227;o&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;do cargo de provimento efetivo que ocupa, independentemente da presta&amp;#231;&amp;#227;o de servi&amp;#231;os de&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;plant&amp;#227;o.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&amp;#167; 3&amp;#186; As atividades de plant&amp;#227;o n&amp;#227;o poder&amp;#227;o superar vinte e quatro horas por semana.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&amp;#167; 4&amp;#186; O servidor escalado para cumprir plant&amp;#227;o de sobreaviso dever&amp;#225; atender prontamente ao&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;chamado do hospital e, durante o per&amp;#237;odo de espera, n&amp;#227;o praticar atividades que o impe&amp;#231;am&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;de comparecer ao servi&amp;#231;o ou retardem o seu comparecimento, quando convocado.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&amp;#167; 5&amp;#186; O servidor que prestar atendimento no hospital durante o plant&amp;#227;o de sobreaviso&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;receber&amp;#225; o valor do plant&amp;#227;o hospitalar proporcionalmente &amp;#224;s horas trabalhadas no hospital,&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;vedado o pagamento cumulativo.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Art. 4&amp;#186; Far&amp;#227;o jus ao APH, quando trabalharem em regime de plant&amp;#227;o nas unidades&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;hospitalares de que trata o art. 1o, os servidores:&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;I - titulares de cargos de provimento efetivo da &amp;#225;rea de sa&amp;#250;de, integrantes do Plano de&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Carreiras dos Cargos T&amp;#233;cnico-Administrativos em Educa&amp;#231;&amp;#227;o, de que trata a Lei n&amp;#186; 11.091,&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;de 12 de janeiro de 2005;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;II - titulares do cargo de Docente, integrante da Carreira de Magist&amp;#233;rio Superior, de que&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;trata a Lei n&amp;#186; 7.596, de 10 de abril de 1987, que desenvolvam atividades acad&amp;#234;micas nas&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;unidades hospitalares referidas no caput;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;III - ocupantes dos cargos de provimento efetivo da &amp;#225;rea de sa&amp;#250;de, regidos pela Lei n&amp;#186;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;8.112, de 11 de dezembro de 1990, em exerc&amp;#237;cio no Hospital das For&amp;#231;as Armadas,&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;vinculado ao Minist&amp;#233;rio da Defesa; e&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;IV - ocupantes dos cargos de provimento efetivo, regidos pela Lei n&amp;#186; 8.112, de 1990, em&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;exerc&amp;#237;cio nas unidades hospitalares e institutos referidos no art. 1o, vinculados ao&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Minist&amp;#233;rio da Sa&amp;#250;de.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&amp;#167; 1&amp;#186; Observado o disposto no caput, o APH ser&amp;#225; pago aos servidores de que tratam os&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;incisos I, III e IV exclusivamente se exercerem as atividades t&amp;#237;picas de seus cargos nas&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&amp;#225;reas indispens&amp;#225;veis ao funcionamento ininterrupto dos hospitais e institutos de que trata o&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;art. 1o.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&amp;#167; 2&amp;#186; O APH n&amp;#227;o ser&amp;#225; devido no caso de pagamento de adicional pela presta&amp;#231;&amp;#227;o de servi&amp;#231;o&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;extraordin&amp;#225;rio ou adicional noturno referente &amp;#224; mesma hora de trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Art. 5&amp;#186; O servidor ocupante de cargo de dire&amp;#231;&amp;#227;o e fun&amp;#231;&amp;#227;o gratificada em exerc&amp;#237;cio nos&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;hospitais universit&amp;#225;rios e unidades hospitalares referidas neste Decreto poder&amp;#225; trabalhar em&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;regime de plant&amp;#227;o, de acordo com escala previamente aprovada, fazendo jus ao APH, de&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;acordo com o n&amp;#237;vel de escolaridade de seu cargo efetivo.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;CAP&amp;#205;TULO II&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;DA FIXA&amp;#199;&amp;#195;O DO QUANTITATIVO M&amp;#193;XIMO DE PLANT&amp;#213;ES&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Art. 6&amp;#186; Ato do Ministro de Estado do Planejamento, Or&amp;#231;amento e Gest&amp;#227;o estabelecer&amp;#225;,&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;semestralmente, os valores m&amp;#225;ximos a serem despendidos semestralmente com o&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;pagamento do APH por Minist&amp;#233;rio, com base no demonstrativo hist&amp;#243;rico do quadro de&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;pessoal necess&amp;#225;rio ao desenvolvimento ininterrupto das atividades hospitalares, informado&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;pelas Comiss&amp;#245;es de Verifica&amp;#231;&amp;#227;o a que se refere o art. 306 da Lei n&amp;#186; 11.907, de 2009.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Art. 7&amp;#186; Atos dos Ministros de Estado da Educa&amp;#231;&amp;#227;o, da Defesa e da Sa&amp;#250;de, separadamente e&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;referentes &amp;#224;s unidades hospitalares sob sua supervis&amp;#227;o, estabelecer&amp;#227;o semestralmente os&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;quantitativos m&amp;#225;ximos de plant&amp;#245;es, especificando o n&amp;#250;mero de plant&amp;#245;es permitido:&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;I - por unidade hospitalar;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;II - por tipo de plant&amp;#227;o;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;III - por n&amp;#237;vel do cargo; e&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;IV - em dias &amp;#250;teis ou feriados e finais de semana.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&amp;#167; 1&amp;#186; Para a fixa&amp;#231;&amp;#227;o do quantitativo m&amp;#225;ximo de plant&amp;#245;es por unidade hospitalar, ser&amp;#227;o&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;considerados:&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;I - os valores m&amp;#225;ximos a serem despendidos semestralmente com o pagamento do APH,&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;estabelecidos pelo Minist&amp;#233;rio do Planejamento, Or&amp;#231;amento e Gest&amp;#227;o para o respectivo&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Minist&amp;#233;rio; e&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;II - proposta da Comiss&amp;#227;o de Verifica&amp;#231;&amp;#227;o do respectivo Minist&amp;#233;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&amp;#167; 2&amp;#186; No &amp;#226;mbito de cada Minist&amp;#233;rio, a proposta da Comiss&amp;#227;o de Verifica&amp;#231;&amp;#227;o, referida no &amp;#167;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;1o, dever&amp;#225; ser fundamentada, ao menos, nos seguintes crit&amp;#233;rios:&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;I - classifica&amp;#231;&amp;#227;o do porte do hospital, conforme par&amp;#226;metros estabelecidos pelo Minist&amp;#233;rio da&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Sa&amp;#250;de, considerando:&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;a) n&amp;#250;mero total de leitos;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;b) n&amp;#250;mero de leitos de unidades de terapia intensiva;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;c) tipos de unidades de terapia intensiva;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;d) oferta de procedimentos de alta complexidade;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;e) oferta de servi&amp;#231;o de urg&amp;#234;ncia e emerg&amp;#234;ncia;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;f) atendimento &amp;#224; gesta&amp;#231;&amp;#227;o de alto risco; e&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;g) n&amp;#250;mero de salas cir&amp;#250;rgicas;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;II - quantitativo de recursos humanos da &amp;#225;rea da sa&amp;#250;de existente no quadro do hospital, por&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;jornada e tipo de v&amp;#237;nculo;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;III - n&amp;#250;mero de programas regulares de resid&amp;#234;ncias em sa&amp;#250;de oferecidos e n&amp;#250;mero de&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;residentes matriculados em cada programa;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;IV - quantidade de docentes supervisores de est&amp;#225;gio de gradua&amp;#231;&amp;#227;o e de preceptores de&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;resid&amp;#234;ncia;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;V - integra&amp;#231;&amp;#227;o do hospital ao sistema de sa&amp;#250;de local; e&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;VI - quantitativo de plant&amp;#245;es solicitados pela unidade hospitalar para o desenvolvimento&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;ininterrupto de suas atividades.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&amp;#167; 3&amp;#186; Ao avaliar o crit&amp;#233;rio previsto no inciso V do &amp;#167; 2o, a Comiss&amp;#227;o de Verifica&amp;#231;&amp;#227;o dever&amp;#225;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;considerar se h&amp;#225; regula&amp;#231;&amp;#227;o dos leitos e consultas pelo gestor municipal de sa&amp;#250;de ou se o&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;acesso da popula&amp;#231;&amp;#227;o ocorre por demanda espont&amp;#226;nea.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&amp;#167; 4&amp;#186; Cada Comiss&amp;#227;o de Verifica&amp;#231;&amp;#227;o, por ato pr&amp;#243;prio e p&amp;#250;blico, deve estabelecer a forma de&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;apura&amp;#231;&amp;#227;o de cada crit&amp;#233;rio e sua relev&amp;#226;ncia para a fixa&amp;#231;&amp;#227;o do quantitativo m&amp;#225;ximo de&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;plant&amp;#245;es.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&amp;#167; 5&amp;#186; A revis&amp;#227;o do quantitativo m&amp;#225;ximo de plant&amp;#245;es autorizados para cada unidade hospitalar&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;ser&amp;#225; feita semestralmente pela Comiss&amp;#227;o de Verifica&amp;#231;&amp;#227;o, ou em menor per&amp;#237;odo quando&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;ocorrer circunst&amp;#226;ncia relevante e urgente.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;CAP&amp;#205;TULO III&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;DA IMPLEMENTA&amp;#199;&amp;#195;O DO APH&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Art. 8&amp;#186; Semestralmente, cada unidade hospitalar far&amp;#225; previs&amp;#227;o do quantitativo de plant&amp;#245;es&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;necess&amp;#225;rios ao desenvolvimento ininterrupto das atividades hospitalares, especificando:&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;I - data e dura&amp;#231;&amp;#227;o dos plant&amp;#245;es;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;II - os profissionais necess&amp;#225;rios, por n&amp;#237;vel e cargo, em cada plant&amp;#227;o;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;III - o tipo de plant&amp;#227;o; e&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;IV - crit&amp;#233;rios de escolha dos servidores que participar&amp;#227;o dos plant&amp;#245;es.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Art. 9&amp;#186; Compete ao dirigente superior da unidade hospitalar, permitida a delega&amp;#231;&amp;#227;o, em&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;rela&amp;#231;&amp;#227;o ao APH:&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;I - determinar a consolida&amp;#231;&amp;#227;o das previs&amp;#245;es de plant&amp;#245;es necess&amp;#225;rios feitas pelas diversas&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&amp;#225;reas do hospital;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;II - aprovar a previs&amp;#227;o e a escala de plant&amp;#245;es;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;III - encaminhar &amp;#224; Comiss&amp;#227;o de Verifica&amp;#231;&amp;#227;o do Minist&amp;#233;rio ao qual est&amp;#225; vinculado a proposta&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;da unidade hospitalar; e&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;IV - autorizar a concess&amp;#227;o de APH, respeitados os limites estabelecidos na forma do art. 6o.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Art. 10. A escala de plant&amp;#245;es, com base na previs&amp;#227;o de plant&amp;#245;es da unidade hospitalar, deve&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;indicar os servidores que participar&amp;#227;o de cada plant&amp;#227;o por data e per&amp;#237;odo, com designa&amp;#231;&amp;#227;o&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;dos respectivos substitutos.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Art. 11. A autoriza&amp;#231;&amp;#227;o do dirigente superior da unidade hospitalar e a confirma&amp;#231;&amp;#227;o de que&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;houve o cumprimento do plant&amp;#227;o &amp;#233; condi&amp;#231;&amp;#227;o para a inclus&amp;#227;o do APH na folha de&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;pagamento pela unidade de gest&amp;#227;o de pessoal competente.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Par&amp;#225;grafo &amp;#250;nico. A realiza&amp;#231;&amp;#227;o do plant&amp;#227;o de forma diversa daquela especificada na previs&amp;#227;o&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;ou escala de plant&amp;#245;es n&amp;#227;o impede a concess&amp;#227;o do APH, desde que justificada a&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;excepcionalidade pelo dirigente superior e respeitado o quantitativo m&amp;#225;ximo previamente&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;autorizado para a unidade hospitalar.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;CAP&amp;#205;TULO IV&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;DA VERIFICA&amp;#199;&amp;#195;O DO APH&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Art. 12. A supervis&amp;#227;o da implementa&amp;#231;&amp;#227;o do APH compete &amp;#224;s Comiss&amp;#245;es de Verifica&amp;#231;&amp;#227;o&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;constitu&amp;#237;das nos &amp;#226;mbitos dos Minist&amp;#233;rios da Educa&amp;#231;&amp;#227;o, da Defesa e da Sa&amp;#250;de, na forma do&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;art. 306 da Lei n&amp;#186; 11.907, de 2009.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Art. 13. As unidades hospitalares devem fornecer &amp;#224;s respectivas Comiss&amp;#245;es de Verifica&amp;#231;&amp;#227;o,&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;no prazo e forma por elas estabelecidos, as informa&amp;#231;&amp;#245;es necess&amp;#225;rias ao acompanhamento da&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;implementa&amp;#231;&amp;#227;o do APH, em especial:&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;I - demonstrativo hist&amp;#243;rico do quadro de pessoal necess&amp;#225;rio ao desenvolvimento&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;ininterrupto das atividades hospitalares;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;II - previs&amp;#245;es e escalas de plant&amp;#245;es; e&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;III - dados sobre os plant&amp;#245;es efetivamente realizados.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Art. 14. Demonstrada, por meio de parecer circunstanciado da Comiss&amp;#227;o de Verifica&amp;#231;&amp;#227;o, a&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;exist&amp;#234;ncia de irregularidade na implementa&amp;#231;&amp;#227;o do APH, o respectivo Ministro de Estado&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;pode promover modifica&amp;#231;&amp;#227;o do quantitativo m&amp;#225;ximo de plant&amp;#245;es por unidade hospitalar ou&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;determinar ao seu dirigente superior o saneamento das concess&amp;#245;es irregulares.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;CAP&amp;#205;TULO V&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;DAS DISPOSI&amp;#199;&amp;#213;ES FINAIS&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Art. 15. As escalas de plant&amp;#245;es referidas no art 9&amp;#186; dever&amp;#227;o ser afixadas em quadros de aviso&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;em locais de acesso direto ao p&amp;#250;blico, inclusive no s&amp;#237;tio eletr&amp;#244;nico de cada unidade&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;hospitalar e do Minist&amp;#233;rio ao qual a unidade esteja vinculada.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Art. 16. Os Hospitais de que trata o art. 1&amp;#186; estabelecer&amp;#227;o controle, preferencialmente&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;eletr&amp;#244;nico, das horas trabalhadas em regime de plant&amp;#227;o hospitalar e correspondentes ao&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;atendimento no hospital durante o plant&amp;#227;o de sobreaviso.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Art. 17. Os atos que dispuserem sobre a composi&amp;#231;&amp;#227;o e o funcionamento das Comiss&amp;#245;es de&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Verifica&amp;#231;&amp;#227;o, de que trata o art. 306 da Lei n&amp;#186; 11.907, de 2009, estabelecer&amp;#227;o regras&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;complementares a este Decreto, espec&amp;#237;ficas para cada Minist&amp;#233;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Art. 18. Ser&amp;#225; de cento e vinte dias, a contar da publica&amp;#231;&amp;#227;o deste Decreto, o prazo m&amp;#225;ximo&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;para instala&amp;#231;&amp;#227;o da Comiss&amp;#227;o de Verifica&amp;#231;&amp;#227;o, no &amp;#226;mbito do Minist&amp;#233;rio da Sa&amp;#250;de.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Art. 19. Este Decreto entra em vigor na data de sua publica&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Art. 20. Fica revogado o Decreto n&amp;#186; 6.863, de 28 de maio de 2009.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Bras&amp;#237;lia, 27 de maio de 2010; 189&amp;#186; da Independ&amp;#234;ncia e 122&amp;#186; da Rep&amp;#250;blica.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;LUIZ IN&amp;#193;CIO LULA DA SILVA&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Paulo Bernardo Silva&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;Jos&amp;#233; Gomes Tempor&amp;#227;o&lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governo acaba de editar decreto N&#186; 7.186/2010 que estabelece o Adicional por Plant&#227;o Hospitalar (APH), para Hospitais Universit&#225;rios, vinculados ao Minist&#233;rio da Educa&#231;&#227;o, para o Hospital das For&#231;as Armadas, vinculado ao Minist&#233;rio da Defesa e para o Hospital Federal de Bonsucesso e outros Hospitais que n&#227;o s&#227;o localizados em Bras&#237;lia, mas acredito que isso abre um bom precedente para reivindicarmos o mesmo tratamento. Vide logo abaixo o texto do Decreto:</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">
<p align="left">Regulamenta os arts. 298 a 307 da Lei n&#186; 11.907, de 2 de fevereiro de 2009,</p>
<p align="left">que tratam do Adicional por Plant&#227;o Hospitalar - APH.</p>
</span></span><strong><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"><strong><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">
<p align="left">O PRESIDENTE DA REP&#218;BLICA</p>
</span></span></strong></span><strong><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">
<p align="left">&#160;</p>
</span></strong></span>
<p align="left">&#160;</p>
<p align="left"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">, no uso da atribui&#231;&#227;o que lhe confere o art. 84, inciso
<p align="left">IV, da Constitui&#231;&#227;o, e tendo em vista o disposto nos arts. 298 a 307 da Lei n&#186; 11.907, de 2</p>
<p align="left">de fevereiro de 2009,</p>
</span></span></p>
<strong><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">
<p align="left">DECRETA:</p>
</span></span></strong><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">
<p align="left">CAP&#205;TULO I</p>
<p align="left">DO ADICIONAL POR PLANT&#195;O HOSPITALAR</p>
<p align="left">Art. 1&#186; Este Decreto regulamenta os crit&#233;rios de fixa&#231;&#227;o do quantitativo m&#225;ximo de</p>
<p align="left">plant&#245;es permitido para cada unidade hospitalar e os crit&#233;rios para implementa&#231;&#227;o do</p>
<p align="left">Adicional por Plant&#227;o Hospitalar - APH, institu&#237;do pela Lei n&#186; 11.907, de 2 de fevereiro de</p>
<p align="left">2009, para os hospitais universit&#225;rios, vinculados ao Minist&#233;rio da Educa&#231;&#227;o, para o</p>
<p align="left">Hospital das For&#231;as Armadas, vinculado ao Minist&#233;rio da Defesa, e para o Hospital Federal</p>
<p align="left">de Bonsucesso, o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, o Instituto Nacional de</p>
<p align="left">Cardiologia, o Hospital Federal dos Servidores do Estado, o Hospital Federal Cardoso</p>
<p align="left">Fortes, o Hospital Federal do Andara&#237;, o Hospital Federal de Ipanema, o Hospital Federal</p>
<p align="left">da Lagoa e o Instituto Nacional de C&#226;ncer - INCA, vinculados ao Minist&#233;rio da Sa&#250;de.</p>
<p align="left">Art. 2&#186; O APH &#233; devido aos servidores em efetivo exerc&#237;cio de atividades hospitalares,</p>
<p align="left">desempenhadas em regime de plant&#227;o, nas &#225;reas indispens&#225;veis ao funcionamento</p>
<p align="left">ininterrupto dos hospitais.</p>
<p align="left">Par&#225;grafo &#250;nico. O APH objetiva suprir as necessidades fins do atendimento ao sistema de</p>
<p align="left">sa&#250;de e, concomitantemente, no caso dos hospitais de ensino, garantir melhor</p>
<p align="left">acompanhamento, pelos docentes e preceptores, das atividades desenvolvidas pelos alunos</p>
<p align="left">no est&#225;gio curricular supervisionado obrigat&#243;rio de conclus&#227;o dos cursos da &#225;rea da sa&#250;de,</p>
<p align="left">em regime de internato, e dos p&#243;s-graduandos em resid&#234;ncias em sa&#250;de.</p>
<p align="left">Art. 3&#186; Para os efeitos deste Decreto, considera-se:</p>
<p align="left">I - plant&#227;o hospitalar, aquele em que o servidor estiver no exerc&#237;cio das atividades</p>
<p align="left">hospitalares, al&#233;m da carga hor&#225;ria semanal de trabalho do seu cargo efetivo, durante doze</p>
<p align="left">horas ininterruptas ou mais; e</p>
<p align="left">II - plant&#227;o de sobreaviso, aquele em que o servidor titular de cargo de n&#237;vel superior</p>
<p align="left">estiver, al&#233;m da carga hor&#225;ria semanal de trabalho do seu cargo efetivo, fora da institui&#231;&#227;o</p>
<p align="left">hospitalar e dispon&#237;vel ao pronto atendimento das necessidades essenciais de servi&#231;o, de</p>
<p align="left">acordo com a escala previamente aprovada pela dire&#231;&#227;o do hospital ou unidade hospitalar.</p>
<p align="left">&#167; 1&#186; Cada plant&#227;o ter&#225; dura&#231;&#227;o m&#237;nima de doze horas ininterruptas.</p>
<p align="left">&#167; 2&#186; O servidor dever&#225; cumprir a jornada di&#225;ria de trabalho a que estiver sujeito em raz&#227;o</p>
<p align="left">do cargo de provimento efetivo que ocupa, independentemente da presta&#231;&#227;o de servi&#231;os de</p>
<p align="left">plant&#227;o.</p>
<p align="left">&#167; 3&#186; As atividades de plant&#227;o n&#227;o poder&#227;o superar vinte e quatro horas por semana.</p>
<p align="left">&#167; 4&#186; O servidor escalado para cumprir plant&#227;o de sobreaviso dever&#225; atender prontamente ao</p>
<p align="left">chamado do hospital e, durante o per&#237;odo de espera, n&#227;o praticar atividades que o impe&#231;am</p>
<p align="left">de comparecer ao servi&#231;o ou retardem o seu comparecimento, quando convocado.</p>
<p align="left">&#167; 5&#186; O servidor que prestar atendimento no hospital durante o plant&#227;o de sobreaviso</p>
<p align="left">receber&#225; o valor do plant&#227;o hospitalar proporcionalmente &#224;s horas trabalhadas no hospital,</p>
<p align="left">vedado o pagamento cumulativo.</p>
<p align="left">Art. 4&#186; Far&#227;o jus ao APH, quando trabalharem em regime de plant&#227;o nas unidades</p>
<p align="left">hospitalares de que trata o art. 1o, os servidores:</p>
<p align="left">I - titulares de cargos de provimento efetivo da &#225;rea de sa&#250;de, integrantes do Plano de</p>
<p align="left">Carreiras dos Cargos T&#233;cnico-Administrativos em Educa&#231;&#227;o, de que trata a Lei n&#186; 11.091,</p>
<p align="left">de 12 de janeiro de 2005;</p>
<p align="left">II - titulares do cargo de Docente, integrante da Carreira de Magist&#233;rio Superior, de que</p>
<p align="left">trata a Lei n&#186; 7.596, de 10 de abril de 1987, que desenvolvam atividades acad&#234;micas nas</p>
<p align="left">unidades hospitalares referidas no caput;</p>
<p align="left">III - ocupantes dos cargos de provimento efetivo da &#225;rea de sa&#250;de, regidos pela Lei n&#186;</p>
<p align="left">8.112, de 11 de dezembro de 1990, em exerc&#237;cio no Hospital das For&#231;as Armadas,</p>
<p align="left">vinculado ao Minist&#233;rio da Defesa; e</p>
<p align="left">IV - ocupantes dos cargos de provimento efetivo, regidos pela Lei n&#186; 8.112, de 1990, em</p>
<p align="left">exerc&#237;cio nas unidades hospitalares e institutos referidos no art. 1o, vinculados ao</p>
<p align="left">Minist&#233;rio da Sa&#250;de.</p>
<p align="left">&#167; 1&#186; Observado o disposto no caput, o APH ser&#225; pago aos servidores de que tratam os</p>
<p align="left">incisos I, III e IV exclusivamente se exercerem as atividades t&#237;picas de seus cargos nas</p>
<p align="left">&#225;reas indispens&#225;veis ao funcionamento ininterrupto dos hospitais e institutos de que trata o</p>
<p align="left">art. 1o.</p>
<p align="left">&#167; 2&#186; O APH n&#227;o ser&#225; devido no caso de pagamento de adicional pela presta&#231;&#227;o de servi&#231;o</p>
<p align="left">extraordin&#225;rio ou adicional noturno referente &#224; mesma hora de trabalho.</p>
<p align="left">Art. 5&#186; O servidor ocupante de cargo de dire&#231;&#227;o e fun&#231;&#227;o gratificada em exerc&#237;cio nos</p>
<p align="left">hospitais universit&#225;rios e unidades hospitalares referidas neste Decreto poder&#225; trabalhar em</p>
<p align="left">regime de plant&#227;o, de acordo com escala previamente aprovada, fazendo jus ao APH, de</p>
<p align="left">acordo com o n&#237;vel de escolaridade de seu cargo efetivo.</p>
<p align="left">CAP&#205;TULO II</p>
<p align="left">DA FIXA&#199;&#195;O DO QUANTITATIVO M&#193;XIMO DE PLANT&#213;ES</p>
<p align="left">Art. 6&#186; Ato do Ministro de Estado do Planejamento, Or&#231;amento e Gest&#227;o estabelecer&#225;,</p>
<p align="left">semestralmente, os valores m&#225;ximos a serem despendidos semestralmente com o</p>
<p align="left">pagamento do APH por Minist&#233;rio, com base no demonstrativo hist&#243;rico do quadro de</p>
<p align="left">pessoal necess&#225;rio ao desenvolvimento ininterrupto das atividades hospitalares, informado</p>
<p align="left">pelas Comiss&#245;es de Verifica&#231;&#227;o a que se refere o art. 306 da Lei n&#186; 11.907, de 2009.</p>
<p align="left">Art. 7&#186; Atos dos Ministros de Estado da Educa&#231;&#227;o, da Defesa e da Sa&#250;de, separadamente e</p>
<p align="left">referentes &#224;s unidades hospitalares sob sua supervis&#227;o, estabelecer&#227;o semestralmente os</p>
<p align="left">quantitativos m&#225;ximos de plant&#245;es, especificando o n&#250;mero de plant&#245;es permitido:</p>
<p align="left">I - por unidade hospitalar;</p>
<p align="left">II - por tipo de plant&#227;o;</p>
<p align="left">III - por n&#237;vel do cargo; e</p>
<p align="left">IV - em dias &#250;teis ou feriados e finais de semana.</p>
<p align="left">&#167; 1&#186; Para a fixa&#231;&#227;o do quantitativo m&#225;ximo de plant&#245;es por unidade hospitalar, ser&#227;o</p>
<p align="left">considerados:</p>
<p align="left">I - os valores m&#225;ximos a serem despendidos semestralmente com o pagamento do APH,</p>
<p align="left">estabelecidos pelo Minist&#233;rio do Planejamento, Or&#231;amento e Gest&#227;o para o respectivo</p>
<p align="left">Minist&#233;rio; e</p>
<p align="left">II - proposta da Comiss&#227;o de Verifica&#231;&#227;o do respectivo Minist&#233;rio.</p>
<p align="left">&#167; 2&#186; No &#226;mbito de cada Minist&#233;rio, a proposta da Comiss&#227;o de Verifica&#231;&#227;o, referida no &#167;</p>
<p align="left">1o, dever&#225; ser fundamentada, ao menos, nos seguintes crit&#233;rios:</p>
<p align="left">I - classifica&#231;&#227;o do porte do hospital, conforme par&#226;metros estabelecidos pelo Minist&#233;rio da</p>
<p align="left">Sa&#250;de, considerando:</p>
<p align="left">a) n&#250;mero total de leitos;</p>
<p align="left">b) n&#250;mero de leitos de unidades de terapia intensiva;</p>
<p align="left">c) tipos de unidades de terapia intensiva;</p>
<p align="left">d) oferta de procedimentos de alta complexidade;</p>
<p align="left">e) oferta de servi&#231;o de urg&#234;ncia e emerg&#234;ncia;</p>
<p align="left">f) atendimento &#224; gesta&#231;&#227;o de alto risco; e</p>
<p align="left">g) n&#250;mero de salas cir&#250;rgicas;</p>
<p align="left">II - quantitativo de recursos humanos da &#225;rea da sa&#250;de existente no quadro do hospital, por</p>
<p align="left">jornada e tipo de v&#237;nculo;</p>
<p align="left">III - n&#250;mero de programas regulares de resid&#234;ncias em sa&#250;de oferecidos e n&#250;mero de</p>
<p align="left">residentes matriculados em cada programa;</p>
<p align="left">IV - quantidade de docentes supervisores de est&#225;gio de gradua&#231;&#227;o e de preceptores de</p>
<p align="left">resid&#234;ncia;</p>
<p align="left">V - integra&#231;&#227;o do hospital ao sistema de sa&#250;de local; e</p>
<p align="left">VI - quantitativo de plant&#245;es solicitados pela unidade hospitalar para o desenvolvimento</p>
<p align="left">ininterrupto de suas atividades.</p>
<p align="left">&#167; 3&#186; Ao avaliar o crit&#233;rio previsto no inciso V do &#167; 2o, a Comiss&#227;o de Verifica&#231;&#227;o dever&#225;</p>
<p align="left">considerar se h&#225; regula&#231;&#227;o dos leitos e consultas pelo gestor municipal de sa&#250;de ou se o</p>
<p align="left">acesso da popula&#231;&#227;o ocorre por demanda espont&#226;nea.</p>
<p align="left">&#167; 4&#186; Cada Comiss&#227;o de Verifica&#231;&#227;o, por ato pr&#243;prio e p&#250;blico, deve estabelecer a forma de</p>
<p align="left">apura&#231;&#227;o de cada crit&#233;rio e sua relev&#226;ncia para a fixa&#231;&#227;o do quantitativo m&#225;ximo de</p>
<p align="left">plant&#245;es.</p>
<p align="left">&#167; 5&#186; A revis&#227;o do quantitativo m&#225;ximo de plant&#245;es autorizados para cada unidade hospitalar</p>
<p align="left">ser&#225; feita semestralmente pela Comiss&#227;o de Verifica&#231;&#227;o, ou em menor per&#237;odo quando</p>
<p align="left">ocorrer circunst&#226;ncia relevante e urgente.</p>
<p align="left">CAP&#205;TULO III</p>
<p align="left">DA IMPLEMENTA&#199;&#195;O DO APH</p>
<p align="left">Art. 8&#186; Semestralmente, cada unidade hospitalar far&#225; previs&#227;o do quantitativo de plant&#245;es</p>
<p align="left">necess&#225;rios ao desenvolvimento ininterrupto das atividades hospitalares, especificando:</p>
<p align="left">I - data e dura&#231;&#227;o dos plant&#245;es;</p>
<p align="left">II - os profissionais necess&#225;rios, por n&#237;vel e cargo, em cada plant&#227;o;</p>
<p align="left">III - o tipo de plant&#227;o; e</p>
<p align="left">IV - crit&#233;rios de escolha dos servidores que participar&#227;o dos plant&#245;es.</p>
<p align="left">Art. 9&#186; Compete ao dirigente superior da unidade hospitalar, permitida a delega&#231;&#227;o, em</p>
<p align="left">rela&#231;&#227;o ao APH:</p>
<p align="left">I - determinar a consolida&#231;&#227;o das previs&#245;es de plant&#245;es necess&#225;rios feitas pelas diversas</p>
<p align="left">&#225;reas do hospital;</p>
<p align="left">II - aprovar a previs&#227;o e a escala de plant&#245;es;</p>
<p align="left">III - encaminhar &#224; Comiss&#227;o de Verifica&#231;&#227;o do Minist&#233;rio ao qual est&#225; vinculado a proposta</p>
<p align="left">da unidade hospitalar; e</p>
<p align="left">IV - autorizar a concess&#227;o de APH, respeitados os limites estabelecidos na forma do art. 6o.</p>
<p align="left">Art. 10. A escala de plant&#245;es, com base na previs&#227;o de plant&#245;es da unidade hospitalar, deve</p>
<p align="left">indicar os servidores que participar&#227;o de cada plant&#227;o por data e per&#237;odo, com designa&#231;&#227;o</p>
<p align="left">dos respectivos substitutos.</p>
<p align="left">Art. 11. A autoriza&#231;&#227;o do dirigente superior da unidade hospitalar e a confirma&#231;&#227;o de que</p>
<p align="left">houve o cumprimento do plant&#227;o &#233; condi&#231;&#227;o para a inclus&#227;o do APH na folha de</p>
<p align="left">pagamento pela unidade de gest&#227;o de pessoal competente.</p>
<p align="left">Par&#225;grafo &#250;nico. A realiza&#231;&#227;o do plant&#227;o de forma diversa daquela especificada na previs&#227;o</p>
<p align="left">ou escala de plant&#245;es n&#227;o impede a concess&#227;o do APH, desde que justificada a</p>
<p align="left">excepcionalidade pelo dirigente superior e respeitado o quantitativo m&#225;ximo previamente</p>
<p align="left">autorizado para a unidade hospitalar.</p>
<p align="left">CAP&#205;TULO IV</p>
<p align="left">DA VERIFICA&#199;&#195;O DO APH</p>
<p align="left">Art. 12. A supervis&#227;o da implementa&#231;&#227;o do APH compete &#224;s Comiss&#245;es de Verifica&#231;&#227;o</p>
<p align="left">constitu&#237;das nos &#226;mbitos dos Minist&#233;rios da Educa&#231;&#227;o, da Defesa e da Sa&#250;de, na forma do</p>
<p align="left">art. 306 da Lei n&#186; 11.907, de 2009.</p>
<p align="left">Art. 13. As unidades hospitalares devem fornecer &#224;s respectivas Comiss&#245;es de Verifica&#231;&#227;o,</p>
<p align="left">no prazo e forma por elas estabelecidos, as informa&#231;&#245;es necess&#225;rias ao acompanhamento da</p>
<p align="left">implementa&#231;&#227;o do APH, em especial:</p>
<p align="left">I - demonstrativo hist&#243;rico do quadro de pessoal necess&#225;rio ao desenvolvimento</p>
<p align="left">ininterrupto das atividades hospitalares;</p>
<p align="left">II - previs&#245;es e escalas de plant&#245;es; e</p>
<p align="left">III - dados sobre os plant&#245;es efetivamente realizados.</p>
<p align="left">Art. 14. Demonstrada, por meio de parecer circunstanciado da Comiss&#227;o de Verifica&#231;&#227;o, a</p>
<p align="left">exist&#234;ncia de irregularidade na implementa&#231;&#227;o do APH, o respectivo Ministro de Estado</p>
<p align="left">pode promover modifica&#231;&#227;o do quantitativo m&#225;ximo de plant&#245;es por unidade hospitalar ou</p>
<p align="left">determinar ao seu dirigente superior o saneamento das concess&#245;es irregulares.</p>
<p align="left">CAP&#205;TULO V</p>
<p align="left">DAS DISPOSI&#199;&#213;ES FINAIS</p>
<p align="left">Art. 15. As escalas de plant&#245;es referidas no art 9&#186; dever&#227;o ser afixadas em quadros de aviso</p>
<p align="left">em locais de acesso direto ao p&#250;blico, inclusive no s&#237;tio eletr&#244;nico de cada unidade</p>
<p align="left">hospitalar e do Minist&#233;rio ao qual a unidade esteja vinculada.</p>
<p align="left">Art. 16. Os Hospitais de que trata o art. 1&#186; estabelecer&#227;o controle, preferencialmente</p>
<p align="left">eletr&#244;nico, das horas trabalhadas em regime de plant&#227;o hospitalar e correspondentes ao</p>
<p align="left">atendimento no hospital durante o plant&#227;o de sobreaviso.</p>
<p align="left">Art. 17. Os atos que dispuserem sobre a composi&#231;&#227;o e o funcionamento das Comiss&#245;es de</p>
<p align="left">Verifica&#231;&#227;o, de que trata o art. 306 da Lei n&#186; 11.907, de 2009, estabelecer&#227;o regras</p>
<p align="left">complementares a este Decreto, espec&#237;ficas para cada Minist&#233;rio.</p>
<p align="left">Art. 18. Ser&#225; de cento e vinte dias, a contar da publica&#231;&#227;o deste Decreto, o prazo m&#225;ximo</p>
<p align="left">para instala&#231;&#227;o da Comiss&#227;o de Verifica&#231;&#227;o, no &#226;mbito do Minist&#233;rio da Sa&#250;de.</p>
<p align="left">Art. 19. Este Decreto entra em vigor na data de sua publica&#231;&#227;o.</p>
<p align="left">Art. 20. Fica revogado o Decreto n&#186; 6.863, de 28 de maio de 2009.</p>
<p align="left">Bras&#237;lia, 27 de maio de 2010; 189&#186; da Independ&#234;ncia e 122&#186; da Rep&#250;blica.</p>
<p align="left">LUIZ IN&#193;CIO LULA DA SILVA</p>
<p align="left">Paulo Bernardo Silva</p>
<p align="left">Jos&#233; Gomes Tempor&#227;o</p>
</span></span></strong></p>]]></content:encoded>
								<comments>http://www.cezarmariano.com.br/blog/blog1.php/2010/06/06/decreto-estabelece-adicional-por-plantao-hospitalar#comments</comments>
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		</item>
				<item>
			<title>SERVIDORES DA SES S&#195;O MAL REMUNERADOS.</title>
			<link>http://www.cezarmariano.com.br/blog/blog1.php/2010/05/21/servidores-da-ses-sao-mal-remunerados</link>
			<pubDate>Fri, 21 May 2010 18:33:15 +0000</pubDate>			<dc:creator>Cezar Mariano</dc:creator>
			<category domain="main">Geral</category>			<guid isPermaLink="false">67@http://www.cezarmariano.com.br/blog/</guid>
						<description>&lt;p&gt;&amp;#201; uma vergonha saber que ainda h&amp;#225; servidores na SES com quase 10 anos de servi&amp;#231;o nesse &amp;#211;rg&amp;#227;o e o sal&amp;#225;rio n&amp;#227;o chega a R$2.00,00 (dois mil reais)!!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enquanto os Maraj&amp;#225;s do Poder Legislativo e Judici&amp;#225;rio inventam f&amp;#243;rmulas para aumentar seus sal&amp;#225;rios, a SES continua isolada, como sempre pagando uma das piores remunera&amp;#231;&amp;#245;es no Poder Executivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;#227;o basta apenas reivindicar...Tem que saber o que e como fazer...Devemos, urgente, copiar o que todos os outros &amp;#210;rg&amp;#227;os P&amp;#250;blicos est&amp;#227;o fazendo...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os servidores da SES t&amp;#234;m&amp;#160;que ter um Plano de Cargos e Sal&amp;#225;rios decente, com um Piso de pelo menos R$4.000,00 (quatro mil reais) e um Teto em torno de R$9.00,00 (nove mil reais)...Digo isso para o pessoal de N&amp;#237;vel M&amp;#233;dio, pois os servidores de N&amp;#237;vel Superior j&amp;#225; t&amp;#234;m boas remunera&amp;#231;&amp;#245;es, possuem mais de um emprego e recebem fortunas por cada Hora Extra trabalhada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;#201; um absurdo a&amp;#160;diferen&amp;#231;a salarial entre um m&amp;#233;dico e um servidor do N&amp;#237;vel M&amp;#233;dio!!!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#201; uma vergonha saber que ainda h&#225; servidores na SES com quase 10 anos de servi&#231;o nesse &#211;rg&#227;o e o sal&#225;rio n&#227;o chega a R$2.00,00 (dois mil reais)!!</p>
<p>Enquanto os Maraj&#225;s do Poder Legislativo e Judici&#225;rio inventam f&#243;rmulas para aumentar seus sal&#225;rios, a SES continua isolada, como sempre pagando uma das piores remunera&#231;&#245;es no Poder Executivo.</p>
<p>N&#227;o basta apenas reivindicar...Tem que saber o que e como fazer...Devemos, urgente, copiar o que todos os outros &#210;rg&#227;os P&#250;blicos est&#227;o fazendo...</p>
<p>Os servidores da SES t&#234;m&#160;que ter um Plano de Cargos e Sal&#225;rios decente, com um Piso de pelo menos R$4.000,00 (quatro mil reais) e um Teto em torno de R$9.00,00 (nove mil reais)...Digo isso para o pessoal de N&#237;vel M&#233;dio, pois os servidores de N&#237;vel Superior j&#225; t&#234;m boas remunera&#231;&#245;es, possuem mais de um emprego e recebem fortunas por cada Hora Extra trabalhada.</p>
<p>&#201; um absurdo a&#160;diferen&#231;a salarial entre um m&#233;dico e um servidor do N&#237;vel M&#233;dio!!!</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>]]></content:encoded>
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			<title>A CULPA &#201; DO SERVIDOR DA SA&#218;DE.</title>
			<link>http://www.cezarmariano.com.br/blog/blog1.php/2010/02/16/a-culpa-e-do-servidor-da-saude</link>
			<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 10:55:07 +0000</pubDate>			<dc:creator>Cezar Mariano</dc:creator>
			<category domain="main">Geral</category>			<guid isPermaLink="false">37@http://www.cezarmariano.com.br/blog/</guid>
						<description>&lt;p&gt;
&lt;p&gt;Passarei a expor alguns exemplos de categorias do funcionalismo p&amp;#250;blico federal que conseguiram reestrutura&amp;#231;&amp;#227;o de suas carreiras e aumentos salariais consider&amp;#225;veis nos &amp;#250;ltimos anos. Sen&amp;#227;o vejamos:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1 - Os Auditores Fiscais da Receita Federal e do Minist&amp;#233;rio do Trabalho tiveram, para o in&amp;#237;cio de carreira, reajuste de 123,46% apenas no per&amp;#237;odo de 2003 a 2008, saindo de R$ 4,54 mil (em 2003) para R$ 10,15 mil (em 2008). Os funcion&amp;#225;rios dessas categorias j&amp;#225; em fim de carreira tiveram reajuste de 81,4%, com os valores subindo de R$ 7,37 mil (em 2003) para R$ 13,36 mil (em 2008). Em 2009, os referidos servidores foram contemplados com novo aumento e com uma reestrutura&amp;#231;&amp;#227;o da carreira. De modo que al&amp;#233;m de conseguirem um sal&amp;#225;rio inicial de R$ 13.600,00 e final de R$ 19.451,00 agora para julho de 2010, ainda conseguiram re-enquadramento dentro da carreira, o que tamb&amp;#233;m propiciou ganhos para os atuais integrantes da carreira. Neste mesmo passo encontra-se o Analista-Tribut&amp;#225;rio da Receita Federal do Brasil (antigo T&amp;#233;cnico da Receita Federal do Brasil), que em 2003 tinha o sal&amp;#225;rio inicial de R$ 2.225,00, agora passar&amp;#225; a ter o sal&amp;#225;rio inicial de R$ 7.996,07 e final 11.595,00 em julho de 2010.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2 - Os servidores federais das ag&amp;#234;ncias reguladoras, como Anatel (Ag&amp;#234;ncia Nacional das Telecomunica&amp;#231;&amp;#245;es), Anac (Ag&amp;#234;ncia Nacional de Avia&amp;#231;&amp;#227;o Civil) e Aneel (Ag&amp;#234;ncia Nacional de Energia El&amp;#233;trica) est&amp;#227;o entre os mais beneficiados por aumentos salariais nos &amp;#250;ltimos anos. A remunera&amp;#231;&amp;#227;o total dos integrantes do Plano Especial de Cargos das Ag&amp;#234;ncias &amp;#233; composta, al&amp;#233;m do vencimento b&amp;#225;sico, pelas gratifica&amp;#231;&amp;#245;es de desempenho. De 2003 a 2006 os servidores das ag&amp;#234;ncias reguladoras tiveram reajustes entre 245,5 e 257,6 no n&amp;#237;vel auxiliar; 142,4 e 278,7% no n&amp;#237;vel intermedi&amp;#225;rio; e de 115% a 141% no n&amp;#237;vel superior. O sal&amp;#225;rio inicial de analista, de n&amp;#237;vel superior, saltou de R$ 5.350 para R$ 10.892 em 2008. O final foi para R$ 14.740. Em 2009, foi dado outro reajuste que elevar&amp;#225; essas remunera&amp;#231;&amp;#245;es para R$ 11.608 (inicial) e R$ 15.719 (final), respectivamente. Para os funcion&amp;#225;rios de apoio administrativo, cuja exig&amp;#234;ncia &amp;#233; o ensino m&amp;#233;dio, o sal&amp;#225;rio inicial subiu, em julho de 2008, para R$ 4.693 e o final, para R$ 6.705. Com mais um reajuste em 2009 (em 2010 tem mais), esse t&amp;#233;cnico come&amp;#231;ar&amp;#225; a carreira ganhando R$ 4.970 (o final passar&amp;#225; para R$ 7.120).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;3 &amp;#8211; A ABIN passou por um processo de reestrutura&amp;#231;&amp;#227;o de suas carreiras e os servidores desta institui&amp;#231;&amp;#227;o tamb&amp;#233;m receberam aumentos generosos do governo nos &amp;#250;ltimos anos. De 2003 a 2006, os servidores da ABIN contaram com aumentos para o n&amp;#237;vel auxiliar de 104,6% no in&amp;#237;cio da carreira e 124% no final da carreira. Para o n&amp;#237;vel intermedi&amp;#225;rio 147,5% para o inicio da carreira e 87% para o final da carreira. Os servidores de n&amp;#237;vel superior tiveram no mesmo per&amp;#237;odo 170,5% no in&amp;#237;cio da carreira e 117,3% no final da carreira. A Medida Provis&amp;#243;ria (MP) 434/08, que estruturou o plano de cargos e carreiras dos servidores da Ag&amp;#234;ncia Brasileira de Intelig&amp;#234;ncia (Abin), transformou a remunera&amp;#231;&amp;#227;o do pessoal da &amp;#225;rea fim em subs&amp;#237;dio, transformou o cargo de analista de informa&amp;#231;&amp;#227;o em oficial de intelig&amp;#234;ncia (para n&amp;#237;vel superior) e o de assistente de informa&amp;#231;&amp;#227;o em agente de intelig&amp;#234;ncia (n&amp;#237;vel m&amp;#233;dio). O &amp;#250;ltimo aumento aprovado estabeleceu o seguinte:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;a) Agente T&amp;#233;cnico de Intelig&amp;#234;ncia (n&amp;#237;vel m&amp;#233;dio)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ABRIL DE 2008 OUTUBRO DE 2008 JULHO DE 2010 ABRIL DE 2011&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;FINAL R$ 4.087,87 R$ 5.564,01 R$ 6.502,68 R$ 7.600,28&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;INICIAL R$ 2.948,01 R$ 4.012,54 R$ 4.211,04 R$ 4.422,62&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ABRIL DE 2008 OUTUBRO DE 2008 JULHO DE 2010 ABRIL DE 2011&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;FINAL R$ 4.542,08 R$ 6.182,23 R$ 7.226,00 R$ R.8445,69&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;INICIAL R$ 3.275,57 R$ 4.458,38 R$ 4.679,45 R$ 4.914,57&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;b) Agente de Intelig&amp;#234;ncia (n&amp;#237;vel m&amp;#233;dio)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;c) Oficial T&amp;#233;cnico de Intelig&amp;#234;ncia (n&amp;#237;vel superior)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ABRIL DE 2008 OUTUBRO DE 2008 JULHO DE 2010 ABRIL DE 2011&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;FINAL R$ 9.249,81 R$ 12.121,88 R$ 14.166,23 R$ 16.558,16&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;INICIAL R$ 6.670,60 R$ 8.741,82 R$ 10.216,12 R$ 11.941,08&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;d) Oficial de Intelig&amp;#234;ncia (n&amp;#237;vel superior)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ABRIL DE 2008 OUTUBRO DE 2008 JULHO DE 2010 ABRIL DE 2011&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;FINAL R$ 10.277,57 R$ 13.468,76 R$ 15.742,00 R$ 18.400,00&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;INICIAL R$ 7.411,78 R$ 9.713,13 R$ 11.088,58 R$ 12.960,86&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;4 &amp;#8211; Ao analisarmos a tabela de remunera&amp;#231;&amp;#227;o dos Servidores P&amp;#250;blicos Federais, no site do MPOG (Minist&amp;#233;rio do Planejamento Or&amp;#231;amento e Gest&amp;#227;o) percebemos que o governo federal tem adotado um tratamento salarial igual entre as fun&amp;#231;&amp;#245;es p&amp;#250;blicas que exigem o n&amp;#237;vel superior de instru&amp;#231;&amp;#227;o para o desempenho das atividades. Normalmente, estes servidores exercem atividade-fim no &amp;#243;rg&amp;#227;o em que est&amp;#227;o inseridos. Neste contexto, est&amp;#227;o inseridas carreiras como as de Analista do Banco Central do Brasil, Analista e Inspetor da CVM (Comiss&amp;#227;o de Valores Mobili&amp;#225;rios), Diplomata, Analista de Finan&amp;#231;as e Controle; Analista de Planejamento e Or&amp;#231;amento, Analista de Com&amp;#233;rcio Exterior, Especialista em Pol&amp;#237;ticas P&amp;#250;blicas e Gest&amp;#227;o Governamental, T&amp;#233;cnico de Planejamento e Pesquisa do IPEA e Analista T&amp;#233;cnico da SUSEP. Praticamente todas estas carreiras passaram por um processo de reestrura&amp;#231;&amp;#227;o e est&amp;#227;o caminhando para uma padroniza&amp;#231;&amp;#227;o salarial. Quase como regra, o subs&amp;#237;dio inicial destas carreiras &amp;#233; de R$ 12.413,65 (doze mil quatrocentos e treze reais e sessenta e cinco centavos) e o final &amp;#233; de R$ 17.347,00 (dezessete mil trezentos e quarenta e sete reais).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;5 &amp;#8211; As carreiras da &amp;#193;rea Jur&amp;#237;dica do executivo tamb&amp;#233;m passaram por um processo de reestrutura&amp;#231;&amp;#227;o e tamb&amp;#233;m conseguiram expressivos aumentos salariais. Um Procurador da Fazenda Nacional em in&amp;#237;cio de carreira, que ganhava R$ 4,86 mil (em 2003), teve aumento salarial de 115% apenas no per&amp;#237;odo de 2003 a 2008, passando para R$ 11,61 mil (em 2008), e o Procurador do Banco Central conseguiu obter aumento de 175%, ficando em 2008 com sal&amp;#225;rios de in&amp;#237;cio de carreira de R$ 10,49 mil (em 2003 era R$ 3,81 mil). Com as carreiras de Advogado da Uni&amp;#227;o, Procurador Federal e Defensor P&amp;#250;blico da Uni&amp;#227;o o processo de evolu&amp;#231;&amp;#227;o salarial n&amp;#227;o foi diferente. O que se pode perceber &amp;#233; que todas estas carreiras passaram por um processo de reestrutura&amp;#231;&amp;#227;o e tamb&amp;#233;m est&amp;#227;o caminhando para um processo de padroniza&amp;#231;&amp;#227;o salarial. Agora em julho de 2010 estas carreiras passar&amp;#227;o a perceber R$ 14.970,60 como sal&amp;#225;rio inicial e R$ 19.451,00 como sal&amp;#225;rio final.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;6 &amp;#8211; Ainda no Poder Executivo, os militares receberam um aumento salarial de 35,31% a 137,83 em fevereiro de 2009. Na m&amp;#233;dia, o reajuste foi de 47,19% e ser&amp;#225; escalonado at&amp;#233; julho de 2010. O reajuste foi retroativo a janeiro de 2008. Os professores de universidades receberam o aumento em tr&amp;#234;s etapas: mar&amp;#231;o de 2008, julho de 2009 e julho de 2010. Os &amp;#237;ndices v&amp;#227;o de 20,5% a 61,8% e dependem da titula&amp;#231;&amp;#227;o do professor. Os servidores t&amp;#233;cnicos-administrativos em educa&amp;#231;&amp;#227;o tamb&amp;#233;m ter&amp;#227;o reajuste em tr&amp;#234;s etapas: maio de 2008, julho de 2009 e julho de 2010. Os percentuais para a categoria variam de 20,84% a 82,72%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;7 &amp;#8211; No Poder Judici&amp;#225;rio, o projeto de Revis&amp;#227;o de Cargos e Sal&amp;#225;rios (PCS) dos serventu&amp;#225;rios federais foi aprovado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na tarde do dia 03/12/2009. O Supremo Tribunal Federal (STF) j&amp;#225; enviou ao Congresso a proposta de aumento salarial dos cerca de 100 mil servidores do Poder Judici&amp;#225;rio da Uni&amp;#227;o &amp;#8212; que engloba os tribunais superiores e o Tribunal de Justi&amp;#231;a do Distrito Federal e Territ&amp;#243;rios. O texto, aprovado pelo Supremo, prev&amp;#234; reajuste de 56,42%, incluindo gratifica&amp;#231;&amp;#245;es. O percentual ficou abaixo dos 80,17% reivindicado pela categoria. Pelo texto, os vencimentos de um auxiliar judici&amp;#225;rio, que hoje variam entre R$ 1,9 mil e R$ 3,7 mil, passar&amp;#227;o a oscilar entre R$ 3,6 mil e R$ 5,8 mil. J&amp;#225; os analistas judici&amp;#225;rios &amp;#8212; topo da carreira &amp;#8212;, que hoje ganham entre R$ 6,5 mil e R$ 10,4 mil, devem passar a ter sal&amp;#225;rios de at&amp;#233; R$ 16,3 mil. Vejamos como poder&amp;#227;o ficar os sal&amp;#225;rios:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;a) Auxiliar Judici&amp;#225;rio: era de R$1,9 mil a R$3,7 mil passa para R$3,6 mil a R$5,8 mil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;b) T&amp;#233;cnico Judici&amp;#225;rio: era de R$3,9 mil a R$ 6,3 mil passa para R$6,1 mil a R$ 9,9 mil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;c) Analista Judici&amp;#225;rio: era de R$6,5 mil a R$10,4 mil passa para R$10,2 mil a R$ 16,3 mil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;d) Oficial de Justi&amp;#231;a: passa a receber um Teto Salarial acima de R$ 20 mil&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;8 &amp;#8211; No Poder Legislativo tamb&amp;#233;m n&amp;#227;o &amp;#233; diferente, funcion&amp;#225;rios da C&amp;#226;mara e do Senado est&amp;#227;o entre os mais bem remunerados dentre todo o funcionalismo p&amp;#250;blico. Neste mesmo patamar est&amp;#227;o os servidores do Tribunal de Contas da Uni&amp;#227;o que tiveram seus sal&amp;#225;rios reajustados recentemente em at&amp;#233; 102%. Os aumentos ser&amp;#227;o escalonados at&amp;#233; julho de 2010. A Lei 11.950 foi publicada no Di&amp;#225;rio Oficial da Uni&amp;#227;o e sancionada pelo presidente da Rep&amp;#250;blica. A supracitada lei altera o plano de carreira do TCU e reajusta as remunera&amp;#231;&amp;#245;es, congeladas desde 2001. Com o novo texto, a carreira de analista de controle externo passa a ser chamada de auditor federal de controle externo e ter&amp;#225; reajustes que v&amp;#227;o de 74% a 102%. A remunera&amp;#231;&amp;#227;o inicial que era de R$ 9.849,38 passar&amp;#225; para o valor de R$ 17.433,40, ou seja, aumento de 77%. Em 1&amp;#186; de julho de 2010, passar&amp;#225; para R$ 18.713 e, um ano depois, R$ 19.895,74, totalizando 102% de reajuste. Nos cargos t&amp;#233;cnicos, os percentuais s&amp;#227;o menores: de 29% a 49%. Assim, o ganho mensal que, at&amp;#233; ontem, era de R$ 5.668,91 ser&amp;#225; de R$ 7.319,89 e em 1&amp;#186; d e julho, R$ 7.879,78. O contracheque de agosto de 2010 ter&amp;#225; como sal&amp;#225;rio inicial R$ 8.446,00.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ENQUANTO ISSO MUITOS SERVIDORES DO N&amp;#205;VEL M&amp;#201;DIO DA SA&amp;#218;DE RECEBEM MENOS DE R$2 MIL REAIS POR M&amp;#202;S.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Voc&amp;#234; pode perceber que em todos os &amp;#211;rg&amp;#227;os com sal&amp;#225;rios astron&amp;#244;micos h&amp;#225; pelo menos um Parlamentar que luta pela pr&amp;#243;pria categoria,mas na sa&amp;#250;de, talvez por falta de op&amp;#231;&amp;#227;o o Servidor tenta eleger pessoas que trabalham na secretaria de sa&amp;#250;de, mas que n&amp;#227;o t&amp;#234;m compromissos com o pessoal de N&amp;#237;vel M&amp;#233;dio.Pergunto a voc&amp;#234;s:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que foi que seu candidato fez pelo seu sal&amp;#225;rio?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os m&amp;#233;dicos que voc&amp;#234;s elegeram conseguiram, em total sil&amp;#234;ncio, um aumento salarial e se esqueceram de pedir esse mesmo Direito pra voc&amp;#234;s,e assim a GATA foi miando!Foi preciso mobiliza&amp;#231;&amp;#227;o geral para posteriores negocia&amp;#231;&amp;#245;es do GDF com o pessoal do N&amp;#237;vel M&amp;#233;dio da Sa&amp;#250;de.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por incr&amp;#237;vel que pare&amp;#231;a os m&amp;#233;dicos n&amp;#227;o est&amp;#227;o errados!Eles est&amp;#227;o corret&amp;#237;ssimos, ou seja, lutaram pela Categoria deles.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas tudo isso serviu de li&amp;#231;&amp;#227;o para que voc&amp;#234; aprenda a eleger algu&amp;#233;m do N&amp;#237;vel M&amp;#233;dio para te representar em suas reivindica&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<p>Passarei a expor alguns exemplos de categorias do funcionalismo p&#250;blico federal que conseguiram reestrutura&#231;&#227;o de suas carreiras e aumentos salariais consider&#225;veis nos &#250;ltimos anos. Sen&#227;o vejamos:</p>
<p>1 - Os Auditores Fiscais da Receita Federal e do Minist&#233;rio do Trabalho tiveram, para o in&#237;cio de carreira, reajuste de 123,46% apenas no per&#237;odo de 2003 a 2008, saindo de R$ 4,54 mil (em 2003) para R$ 10,15 mil (em 2008). Os funcion&#225;rios dessas categorias j&#225; em fim de carreira tiveram reajuste de 81,4%, com os valores subindo de R$ 7,37 mil (em 2003) para R$ 13,36 mil (em 2008). Em 2009, os referidos servidores foram contemplados com novo aumento e com uma reestrutura&#231;&#227;o da carreira. De modo que al&#233;m de conseguirem um sal&#225;rio inicial de R$ 13.600,00 e final de R$ 19.451,00 agora para julho de 2010, ainda conseguiram re-enquadramento dentro da carreira, o que tamb&#233;m propiciou ganhos para os atuais integrantes da carreira. Neste mesmo passo encontra-se o Analista-Tribut&#225;rio da Receita Federal do Brasil (antigo T&#233;cnico da Receita Federal do Brasil), que em 2003 tinha o sal&#225;rio inicial de R$ 2.225,00, agora passar&#225; a ter o sal&#225;rio inicial de R$ 7.996,07 e final 11.595,00 em julho de 2010.</p>
<p>2 - Os servidores federais das ag&#234;ncias reguladoras, como Anatel (Ag&#234;ncia Nacional das Telecomunica&#231;&#245;es), Anac (Ag&#234;ncia Nacional de Avia&#231;&#227;o Civil) e Aneel (Ag&#234;ncia Nacional de Energia El&#233;trica) est&#227;o entre os mais beneficiados por aumentos salariais nos &#250;ltimos anos. A remunera&#231;&#227;o total dos integrantes do Plano Especial de Cargos das Ag&#234;ncias &#233; composta, al&#233;m do vencimento b&#225;sico, pelas gratifica&#231;&#245;es de desempenho. De 2003 a 2006 os servidores das ag&#234;ncias reguladoras tiveram reajustes entre 245,5 e 257,6 no n&#237;vel auxiliar; 142,4 e 278,7% no n&#237;vel intermedi&#225;rio; e de 115% a 141% no n&#237;vel superior. O sal&#225;rio inicial de analista, de n&#237;vel superior, saltou de R$ 5.350 para R$ 10.892 em 2008. O final foi para R$ 14.740. Em 2009, foi dado outro reajuste que elevar&#225; essas remunera&#231;&#245;es para R$ 11.608 (inicial) e R$ 15.719 (final), respectivamente. Para os funcion&#225;rios de apoio administrativo, cuja exig&#234;ncia &#233; o ensino m&#233;dio, o sal&#225;rio inicial subiu, em julho de 2008, para R$ 4.693 e o final, para R$ 6.705. Com mais um reajuste em 2009 (em 2010 tem mais), esse t&#233;cnico come&#231;ar&#225; a carreira ganhando R$ 4.970 (o final passar&#225; para R$ 7.120).</p>
<p>3 &#8211; A ABIN passou por um processo de reestrutura&#231;&#227;o de suas carreiras e os servidores desta institui&#231;&#227;o tamb&#233;m receberam aumentos generosos do governo nos &#250;ltimos anos. De 2003 a 2006, os servidores da ABIN contaram com aumentos para o n&#237;vel auxiliar de 104,6% no in&#237;cio da carreira e 124% no final da carreira. Para o n&#237;vel intermedi&#225;rio 147,5% para o inicio da carreira e 87% para o final da carreira. Os servidores de n&#237;vel superior tiveram no mesmo per&#237;odo 170,5% no in&#237;cio da carreira e 117,3% no final da carreira. A Medida Provis&#243;ria (MP) 434/08, que estruturou o plano de cargos e carreiras dos servidores da Ag&#234;ncia Brasileira de Intelig&#234;ncia (Abin), transformou a remunera&#231;&#227;o do pessoal da &#225;rea fim em subs&#237;dio, transformou o cargo de analista de informa&#231;&#227;o em oficial de intelig&#234;ncia (para n&#237;vel superior) e o de assistente de informa&#231;&#227;o em agente de intelig&#234;ncia (n&#237;vel m&#233;dio). O &#250;ltimo aumento aprovado estabeleceu o seguinte:</p>
<p>a) Agente T&#233;cnico de Intelig&#234;ncia (n&#237;vel m&#233;dio)</p>
<p>ABRIL DE 2008 OUTUBRO DE 2008 JULHO DE 2010 ABRIL DE 2011</p>
<p>FINAL R$ 4.087,87 R$ 5.564,01 R$ 6.502,68 R$ 7.600,28</p>
<p>INICIAL R$ 2.948,01 R$ 4.012,54 R$ 4.211,04 R$ 4.422,62</p>
<p>ABRIL DE 2008 OUTUBRO DE 2008 JULHO DE 2010 ABRIL DE 2011</p>
<p>FINAL R$ 4.542,08 R$ 6.182,23 R$ 7.226,00 R$ R.8445,69</p>
<p>INICIAL R$ 3.275,57 R$ 4.458,38 R$ 4.679,45 R$ 4.914,57</p>
<p>&#160;</p>
<p>b) Agente de Intelig&#234;ncia (n&#237;vel m&#233;dio)</p>
<p>c) Oficial T&#233;cnico de Intelig&#234;ncia (n&#237;vel superior)</p>
<p>ABRIL DE 2008 OUTUBRO DE 2008 JULHO DE 2010 ABRIL DE 2011</p>
<p>FINAL R$ 9.249,81 R$ 12.121,88 R$ 14.166,23 R$ 16.558,16</p>
<p>INICIAL R$ 6.670,60 R$ 8.741,82 R$ 10.216,12 R$ 11.941,08</p>
<p>d) Oficial de Intelig&#234;ncia (n&#237;vel superior)</p>
<p>ABRIL DE 2008 OUTUBRO DE 2008 JULHO DE 2010 ABRIL DE 2011</p>
<p>FINAL R$ 10.277,57 R$ 13.468,76 R$ 15.742,00 R$ 18.400,00</p>
<p>INICIAL R$ 7.411,78 R$ 9.713,13 R$ 11.088,58 R$ 12.960,86</p>
<p>4 &#8211; Ao analisarmos a tabela de remunera&#231;&#227;o dos Servidores P&#250;blicos Federais, no site do MPOG (Minist&#233;rio do Planejamento Or&#231;amento e Gest&#227;o) percebemos que o governo federal tem adotado um tratamento salarial igual entre as fun&#231;&#245;es p&#250;blicas que exigem o n&#237;vel superior de instru&#231;&#227;o para o desempenho das atividades. Normalmente, estes servidores exercem atividade-fim no &#243;rg&#227;o em que est&#227;o inseridos. Neste contexto, est&#227;o inseridas carreiras como as de Analista do Banco Central do Brasil, Analista e Inspetor da CVM (Comiss&#227;o de Valores Mobili&#225;rios), Diplomata, Analista de Finan&#231;as e Controle; Analista de Planejamento e Or&#231;amento, Analista de Com&#233;rcio Exterior, Especialista em Pol&#237;ticas P&#250;blicas e Gest&#227;o Governamental, T&#233;cnico de Planejamento e Pesquisa do IPEA e Analista T&#233;cnico da SUSEP. Praticamente todas estas carreiras passaram por um processo de reestrura&#231;&#227;o e est&#227;o caminhando para uma padroniza&#231;&#227;o salarial. Quase como regra, o subs&#237;dio inicial destas carreiras &#233; de R$ 12.413,65 (doze mil quatrocentos e treze reais e sessenta e cinco centavos) e o final &#233; de R$ 17.347,00 (dezessete mil trezentos e quarenta e sete reais).</p>
<p>5 &#8211; As carreiras da &#193;rea Jur&#237;dica do executivo tamb&#233;m passaram por um processo de reestrutura&#231;&#227;o e tamb&#233;m conseguiram expressivos aumentos salariais. Um Procurador da Fazenda Nacional em in&#237;cio de carreira, que ganhava R$ 4,86 mil (em 2003), teve aumento salarial de 115% apenas no per&#237;odo de 2003 a 2008, passando para R$ 11,61 mil (em 2008), e o Procurador do Banco Central conseguiu obter aumento de 175%, ficando em 2008 com sal&#225;rios de in&#237;cio de carreira de R$ 10,49 mil (em 2003 era R$ 3,81 mil). Com as carreiras de Advogado da Uni&#227;o, Procurador Federal e Defensor P&#250;blico da Uni&#227;o o processo de evolu&#231;&#227;o salarial n&#227;o foi diferente. O que se pode perceber &#233; que todas estas carreiras passaram por um processo de reestrutura&#231;&#227;o e tamb&#233;m est&#227;o caminhando para um processo de padroniza&#231;&#227;o salarial. Agora em julho de 2010 estas carreiras passar&#227;o a perceber R$ 14.970,60 como sal&#225;rio inicial e R$ 19.451,00 como sal&#225;rio final.</p>
<p>6 &#8211; Ainda no Poder Executivo, os militares receberam um aumento salarial de 35,31% a 137,83 em fevereiro de 2009. Na m&#233;dia, o reajuste foi de 47,19% e ser&#225; escalonado at&#233; julho de 2010. O reajuste foi retroativo a janeiro de 2008. Os professores de universidades receberam o aumento em tr&#234;s etapas: mar&#231;o de 2008, julho de 2009 e julho de 2010. Os &#237;ndices v&#227;o de 20,5% a 61,8% e dependem da titula&#231;&#227;o do professor. Os servidores t&#233;cnicos-administrativos em educa&#231;&#227;o tamb&#233;m ter&#227;o reajuste em tr&#234;s etapas: maio de 2008, julho de 2009 e julho de 2010. Os percentuais para a categoria variam de 20,84% a 82,72%.</p>
<p>7 &#8211; No Poder Judici&#225;rio, o projeto de Revis&#227;o de Cargos e Sal&#225;rios (PCS) dos serventu&#225;rios federais foi aprovado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na tarde do dia 03/12/2009. O Supremo Tribunal Federal (STF) j&#225; enviou ao Congresso a proposta de aumento salarial dos cerca de 100 mil servidores do Poder Judici&#225;rio da Uni&#227;o &#8212; que engloba os tribunais superiores e o Tribunal de Justi&#231;a do Distrito Federal e Territ&#243;rios. O texto, aprovado pelo Supremo, prev&#234; reajuste de 56,42%, incluindo gratifica&#231;&#245;es. O percentual ficou abaixo dos 80,17% reivindicado pela categoria. Pelo texto, os vencimentos de um auxiliar judici&#225;rio, que hoje variam entre R$ 1,9 mil e R$ 3,7 mil, passar&#227;o a oscilar entre R$ 3,6 mil e R$ 5,8 mil. J&#225; os analistas judici&#225;rios &#8212; topo da carreira &#8212;, que hoje ganham entre R$ 6,5 mil e R$ 10,4 mil, devem passar a ter sal&#225;rios de at&#233; R$ 16,3 mil. Vejamos como poder&#227;o ficar os sal&#225;rios:</p>
<p>a) Auxiliar Judici&#225;rio: era de R$1,9 mil a R$3,7 mil passa para R$3,6 mil a R$5,8 mil.</p>
<p>b) T&#233;cnico Judici&#225;rio: era de R$3,9 mil a R$ 6,3 mil passa para R$6,1 mil a R$ 9,9 mil.</p>
<p>c) Analista Judici&#225;rio: era de R$6,5 mil a R$10,4 mil passa para R$10,2 mil a R$ 16,3 mil.</p>
<p>d) Oficial de Justi&#231;a: passa a receber um Teto Salarial acima de R$ 20 mil</p>
<p>8 &#8211; No Poder Legislativo tamb&#233;m n&#227;o &#233; diferente, funcion&#225;rios da C&#226;mara e do Senado est&#227;o entre os mais bem remunerados dentre todo o funcionalismo p&#250;blico. Neste mesmo patamar est&#227;o os servidores do Tribunal de Contas da Uni&#227;o que tiveram seus sal&#225;rios reajustados recentemente em at&#233; 102%. Os aumentos ser&#227;o escalonados at&#233; julho de 2010. A Lei 11.950 foi publicada no Di&#225;rio Oficial da Uni&#227;o e sancionada pelo presidente da Rep&#250;blica. A supracitada lei altera o plano de carreira do TCU e reajusta as remunera&#231;&#245;es, congeladas desde 2001. Com o novo texto, a carreira de analista de controle externo passa a ser chamada de auditor federal de controle externo e ter&#225; reajustes que v&#227;o de 74% a 102%. A remunera&#231;&#227;o inicial que era de R$ 9.849,38 passar&#225; para o valor de R$ 17.433,40, ou seja, aumento de 77%. Em 1&#186; de julho de 2010, passar&#225; para R$ 18.713 e, um ano depois, R$ 19.895,74, totalizando 102% de reajuste. Nos cargos t&#233;cnicos, os percentuais s&#227;o menores: de 29% a 49%. Assim, o ganho mensal que, at&#233; ontem, era de R$ 5.668,91 ser&#225; de R$ 7.319,89 e em 1&#186; d e julho, R$ 7.879,78. O contracheque de agosto de 2010 ter&#225; como sal&#225;rio inicial R$ 8.446,00.</p>
<p>&#160;</p>
<p>ENQUANTO ISSO MUITOS SERVIDORES DO N&#205;VEL M&#201;DIO DA SA&#218;DE RECEBEM MENOS DE R$2 MIL REAIS POR M&#202;S.</p>
<p>Voc&#234; pode perceber que em todos os &#211;rg&#227;os com sal&#225;rios astron&#244;micos h&#225; pelo menos um Parlamentar que luta pela pr&#243;pria categoria,mas na sa&#250;de, talvez por falta de op&#231;&#227;o o Servidor tenta eleger pessoas que trabalham na secretaria de sa&#250;de, mas que n&#227;o t&#234;m compromissos com o pessoal de N&#237;vel M&#233;dio.Pergunto a voc&#234;s:</p>
<p>O que foi que seu candidato fez pelo seu sal&#225;rio?</p>
<p>Os m&#233;dicos que voc&#234;s elegeram conseguiram, em total sil&#234;ncio, um aumento salarial e se esqueceram de pedir esse mesmo Direito pra voc&#234;s,e assim a GATA foi miando!Foi preciso mobiliza&#231;&#227;o geral para posteriores negocia&#231;&#245;es do GDF com o pessoal do N&#237;vel M&#233;dio da Sa&#250;de.</p>
<p>Por incr&#237;vel que pare&#231;a os m&#233;dicos n&#227;o est&#227;o errados!Eles est&#227;o corret&#237;ssimos, ou seja, lutaram pela Categoria deles.</p>
<p>Mas tudo isso serviu de li&#231;&#227;o para que voc&#234; aprenda a eleger algu&#233;m do N&#237;vel M&#233;dio para te representar em suas reivindica&#231;&#245;es.</p>
</p>]]></content:encoded>
								<comments>http://www.cezarmariano.com.br/blog/blog1.php/2010/02/16/a-culpa-e-do-servidor-da-saude#comments</comments>
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			<title>O GOLPE.</title>
			<link>http://www.cezarmariano.com.br/blog/blog1.php/2010/02/13/o-golpe</link>
			<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 12:26:30 +0000</pubDate>			<dc:creator>Cezar Mariano</dc:creator>
			<category domain="main">Geral</category>			<guid isPermaLink="false">33@http://www.cezarmariano.com.br/blog/</guid>
						<description>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vou dizer-lhes o por qu&amp;#234; da necessidade de todas as Lideran&amp;#231;as Sindicais terem um conhecimento sobre o Direito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na &amp;#250;ltima Assembl&amp;#233;ia ocorrida no ano de 2009 defronte o &quot;Buritinga&quot;,o GDF apresentou uma proposta de aumento salarial, a qual, diante dos olhos dos leigos parecia ser irrecus&amp;#225;vel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A proposta visava Reajustes Salariais parcelados durante alguns anos, em forma inicial de Projeto de Lei.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Naquele momento pedi a palavra ao Presidente do Sindisa&amp;#250;de, Sr Agamenom, com o intuito de alertar aos colegas para que aceitassem a proposta somente se fosse em forma de Medida Provis&amp;#243;ria, pois desta forma seria mais r&amp;#225;pido a tramita&amp;#231;&amp;#227;o, n&amp;#227;o sendo necess&amp;#225;rio a aprova&amp;#231;&amp;#227;o nas duas Casas do Congresso Nacional (C&amp;#226;mara e Senado) e sim apenas a anu&amp;#234;ncia do Sr. Presidente da Rep&amp;#250;blica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas o Sr Agamenom, talvez imaginando que eu procurava apenas Promo&amp;#231;&amp;#227;o pessoal, n&amp;#227;o permitiu-me utilizar o microfone para inform&amp;#225;-los sobre esse fato.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acredito que esse senhor est&amp;#225; no caminho errado quando demonstra tais atitudes anti-democr&amp;#225;ticas, prejudicando desta forma toda a categoria, apenas para tentar se garantir em um futuro pol&amp;#237;tico incerto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fica registrado aqui meus rep&amp;#250;dios pelos fatos acima narrados e a esperan&amp;#231;a de que nossos representantes sindicais mudem a mentalidade de pensar, colocando &amp;#224; frente dos interesses pol&amp;#237;ticos os verdadeiros desejos da Categoria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p>Vou dizer-lhes o por qu&#234; da necessidade de todas as Lideran&#231;as Sindicais terem um conhecimento sobre o Direito.</p>
<p>Na &#250;ltima Assembl&#233;ia ocorrida no ano de 2009 defronte o "Buritinga",o GDF apresentou uma proposta de aumento salarial, a qual, diante dos olhos dos leigos parecia ser irrecus&#225;vel.</p>
<p>A proposta visava Reajustes Salariais parcelados durante alguns anos, em forma inicial de Projeto de Lei.</p>
<p>Naquele momento pedi a palavra ao Presidente do Sindisa&#250;de, Sr Agamenom, com o intuito de alertar aos colegas para que aceitassem a proposta somente se fosse em forma de Medida Provis&#243;ria, pois desta forma seria mais r&#225;pido a tramita&#231;&#227;o, n&#227;o sendo necess&#225;rio a aprova&#231;&#227;o nas duas Casas do Congresso Nacional (C&#226;mara e Senado) e sim apenas a anu&#234;ncia do Sr. Presidente da Rep&#250;blica.</p>
<p>Mas o Sr Agamenom, talvez imaginando que eu procurava apenas Promo&#231;&#227;o pessoal, n&#227;o permitiu-me utilizar o microfone para inform&#225;-los sobre esse fato.</p>
<p>Acredito que esse senhor est&#225; no caminho errado quando demonstra tais atitudes anti-democr&#225;ticas, prejudicando desta forma toda a categoria, apenas para tentar se garantir em um futuro pol&#237;tico incerto.</p>
<p>Fica registrado aqui meus rep&#250;dios pelos fatos acima narrados e a esperan&#231;a de que nossos representantes sindicais mudem a mentalidade de pensar, colocando &#224; frente dos interesses pol&#237;ticos os verdadeiros desejos da Categoria.</p>
<p>&#160;</p>]]></content:encoded>
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